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terça-feira, 8 de junho de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS IV


IV

O projeto de aleitamento materno implementado no Brasil, não sei informar em quais outros Países existe, é um passo fenomenal na diminuição de formação de indivíduos com biótipo de Sociopatia. É óbvio que a sociopatia não nasce apenas em decorrência de eventos relacionados à vivência simbiótica do filho com a mãe, mas esse vínculo é essencial como base e pré-requisito para a formação de um individuo mais sadio.

Pensando na constituição do “homo brasilienses” acredito que é uma interveção fenomenal que o estado realiza e que no futuro definirá a existência de indivíduos sadios de corpo e mais sadios emocionalmente.

Acreditando que atiram em um coelho, diminuir o índice de mortes na primeira infância, estão acertando em dois, diminuindo a incidência no desenvolvimento de indivíduos com características de sociopatia. Ganha a sociedade

sábado, 5 de junho de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS III




Tenho a impressão que a afetividade da mulher latina (no caso a brasileira) permitiu uma vivência corporal, e oral afetivamente mais próxima do que a mulher americana. Os americanos sinalizam uma oralidade não vivenciada devidamente na fase de simbiose, enquanto os brasileiros se desvencilham dessa oralidade pela intensidade do calor afetivo latino e avançam para estágios mais avançados do desenvolvimento, se fixando como foco na genitália feminina.

Neste aspecto a tendência das brasileiras de se armar com bustos grandes, parece que pouco tem a ver com uma suposta preferência do homem brasileiro por seios fartos. Se ele é o alvo elas podem estar equivocadas em seus jogos de sedução, não é questão apenas de visão, mas de interesse. O mais provável é que as mulheres vêm sendo alvo de uma articulada manipulação partindo da associação de interesses entre indústrias de próteses e de mediadores cirúrgicos representantes de uma medicina comercial.

Ou apenas estão realizando uma competição selvagem com outras mulheres realçando o atributo que transforma a mulher em símbolo materno. Se os americanos preferem as mães amamentadoras por que reavivam a relação incestuosa e pervertida projetada na mulher que querem punir, possivelmente isto afaste os brasileiros que tem preferência pela mulher não tão ambivalente, procuram menos a relação edipiana incestuosa e mais a profana com a Eva pecadora. Querem mais descobrir a floresta do que devastar a seiva.

As relações que traumaticamente interrompem o processo simbiótico ou que inserem indivíduos em núcleos familiares dissociados, pouco afetivos, e sem vínculos tendem a favorecer a construção de indivíduos que não conseguem estabelecer vínculos afetivos interpessoais ou coletivos, não conseguem estabelecer uma conexão de relação, logo não possuem comprometimento social e apresentam tendências à sociopatia. Indivíduos centrados apenas na sustentação de seus projetos pessoais.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS II


         Seios Fartos - Leite  Abundante


Seios fartos leite abundante, fome saciada, simbiose vivida. Mas se não é ofertado, de que adianta a fartura dos seios ? Para alimentar o ego inflável, a vaidade miserável, e produzir o ser irrealizado, relaçoes simbióticas eternas.

As relações que intensificam a simbiose, tornando-a mais intensas, em princípio, propiciam a criação de vínculos mais possessivos e de mais dependência, dificultando as separações e propiciando a formação de individualidades mais personalísticas, fechadas em tribos, famílias, grupos fechados, o que é característico das famílias brasileiras mais agregadas.

As relações pouco simbióticas ao contrário favorecem as separações afetivas, o surgimento de individualidades mais egocentradas, competitivas e afetivamente distanciadas, protegidas e defensivas, típicas de sociedades que se agregam a partir de conceitos e mitos e não de afetos, sentimentos e identidades.

Possivelmente nestas diferenças possamos encontrar também a manifestação em brasileiros de um complexo de inferioridade e baixa estima coletivo diferentemente de americanos que desenvolvendo suas relações de separação acabam se superestimando para compensar a mãe abandônica e compensam a dissociação com a formação do complexo de superioridade coletivo que infla e defende o ego da ausência do afeto.

As brasileiras, apesar da multiplicidade de origens experimentaram uma conquista territorial menos selvagem, mais suave e lenta. Possivelmente esses fatores diferenciais permitiram a essas mulheres encontrarem um meio menos ameaçador, menores resistências na ocupação territorial e a se manterem no papel de submissão, resguardando a feminilidade e a maternidade apoiadas na posição de domínio do masculino (contrário ao papel de igualdade da mulher americana do norte).

Nossa constituição como laboratório racial diferentemente dos nortistas americanos que se mantiveram mais puros com pouca miscigenação, também deve ter favorecido o enriquecimento e troca de experiências afetivas maternas como sociedade mais propícia às trocas.

A proximidade afetiva construída entre negros, índios e europeus, diferentemente de anglo saxões, permitiu não apenas a interação multi racial no maior laboratório Interracial do mundo, mas troca racial da experiência afetiva e a formação de nova vertente racial do homem moderno, o Homo Brasilienses, consolidando nossa tendência latina à emoção e ao afeto manifesto. Anglos saxões tendem mais à contenção e ao não manifesto afetivo, característica de origens de povos guerreiros que não podiam, no passado, se abater por perdas afetivas decorrentes de batalhas ou de situações climáticas adversas.

sábado, 29 de maio de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS




AMERICANAS E BRASILEIRAS

Existem diferenças coletivas significativas entre machos humanos de regiões e ancestralidade diferenciada. A sociedade globalizada ainda não unificou os padrões de interesse, prioridade, gosto, preferências sexuais, focos de seletividade, de espécimes de mesmo sexo, etc. A sociedade massiva não superou a força das diferenças continentais e de gênese.

Com certeza existem padrões que aproximam os homens de continentes e raças diferentes, mas também existem características que os distanciam. O exemplo disso é a diferença entre brasileiros (miscigenados) e americanos (anglos saxões).

Americanos destacam prioridade e preferência de estímulo sexual para os seios femininos e entram em estado de excitação com visões de seios fartos. Homens brasileiros destacam preferencialmente as partes entrecoxais (bundas e vaginas) como preferência absoluta. Excitam-se preferencialmente com visões que anunciam glúteos fartos, salientes e definidos, sinal e indício de vaginas exuberantes e inquietas... mistérios femininos.

As razões dessas diferenças podem ser inumeráveis. Eu me atenho a uma variável significativa. As diferenças entre mulheres brasileiras e americanas na forma como vivenciam a maternidade e como permitem a proximidade entre filho e mãe na vivência da fase de relação simbiótica do filho com a mãe.

A sociedade americana do norte caracterizada como uma sociedade matriarcal (desde os tempos de ocupação da America indígena). Constituída por mulheres que chegaram à America como participes junto aos homens da conquista territorial e que lhes exigiu atitude marcante, positiva e carregada de força, levando-as para um limite de conquista e sobrevivência possivelmente determinou a formação de uma mulher norte americana com uma atuação pragmática, objetiva, positiva e necessariamente guerreira, consequentemente menos submissa aos homens, mais dominadoras, competidoras e castradoras.

A formação desse biótipo pode ter sido determinante no formato como elas desenvolvem essa relação maternal objetiva com seus filhos, relações de menos saciedade, mais frustração e realismo, mais distanciada e afetivamente mais diferenciadas, personalizadas, individualistas e menos simbióticas.

continua...

sábado, 22 de maio de 2010

FEMININO MASCULINO


Invocação a Priapo Sec I d.C., Pompéia ,
Casa dei Vettii 

É senso comum que comum mulheres sejam mais predispostas aos cuidados pessoais e que homens tenham mais dificuldade em se cuidarem. Mulheres desenvolvem ao longo de suas relações essa interação coletiva que permite ao outro interferir em suas vidas de forma suave. Se mostram mais predispostas à interferência do outro, enquanto homens desenvolvem o poder de interferir , são mais pro ativos e tendem a aceitar menos as interferências alheias em suas escolhas.

Associam essas características às diferenças de flexibilidade. Mulheres são mais flexíveis e homens menos, elas mais tolerantes e homens menos, eles mais incisivos e elas menos. Essas diferenças podem produzir grandes desavenças entre homens e mulheres.

Como eles são mais incisivos, suas respostas são mais graves e portanto aparentam mais intolerância ou agressividade, ainda que a força da expressão masculina e a forma de expressar-se seja mais inquisitiva e positiva. Mulheres ao contrário evitam os embates ou confrontos e procuram formas mais suaves de expressar seus desacordos. São mais indiretas, pouco frontais, mais escorregarias e dissimuladas. O que faz delas mais racionais tendo natureza passional e emocional, e o homens mais passionais e emocionais apesar da natureza lógica.

O que os homens possuem de sobra, a força fálica que os prepara para o embate, elas possuem de menos, recuam frente aos embates evitando situações de conflito.

Naturalmente a civilidade tende a fazer prevalecer a forma feminina e a associar a masculina ao primitivismo, principalmente porque o homem fica mais próximo da força bruta, da pulsão explosiva, selvagem e instintiva e a mulher mais próxima do poder de simbolizar e do domínio sobre os impulsos agressivos.

Talvez esse seja um diferencial entre a natureza Fálica do Masculino e a natureza Abstrata e receptiva do Feminino.

O Feminino de natureza se abre para receber, acoplar, alojar, inspirar. Como um flor se abre para o beija flor. Receptor.

O Masculino se arma para penetrar, pousar expirar.

Inspirar e expirar, Incluir e ser incluído, excluir e ser laçado. Um se lança ou outro amortece o recebido.

Diferenças magistrais que fazem de nossa época um exercício excepcional de transformações. Homens transformando suas manifestações e expressões explosivas e aprendendo a alquimia de transmutar a energia masculina explosiva em energia suave e de interação, e mulheres transformando a passividade receptiva em força de iniciativa e de conquista. O masculino fortalecendo sua natureza feminina e o feminino abrindo espaço para sua gênese masculina, para que ambos possam realizar o anseio da natureza: evoluir.
Mundo... Mundo... Vasto mundo... desconhecido