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domingo, 4 de março de 2012

ZOO HUMANO V



A vagina: Amada, Desejada e Temida

AINDA...

SOBRE OS FEROMÔNIOS FEMININOS  E A FIDELIDADE



As mulheres podem não “saber”, mas elas são exímias especialistas em se utilizar do vício do macho por seus “perfumes”. Neste aspecto, a guerra de poder entre homens X mulheres é decisiva para definir as mulheres como vencedoras.

Esse “poder” quando utilizado com maestria definirá o domínio sobre o macho por um loooongo tempo, às vezes até que a morte os separe.

Seja essa morte o domínio do macho sobre as suas fragilidades, compulsões e vícios, seja a morte do interesse pelo sexo, ou o “Gran Finale”.

O jogo do poder inicia-se na detecção pela mulher da dependência feminina. Ainda que a mulher se perceba também dependente do homem como fonte de prazer, ela tenderá a se superestimar subestimando sua “dependência” e aplicará seu domínio sobre o macho.

Uma das primeiras regras que descobrirá será o de impedir que o macho tenha envolvimento sexual com outras mulheres já que esse envolvimento poderá levá-lo ao desligamento e à dependência de outra fêmea.

Ao impedir essa aproximação do macho com outras vaginas ela mantém o poder sobre ele. Essa se torna a grande arma de defesa do poder: a Fidelidade.

Homens “mulherengos” são mais escorregadios e são mais difíceis de submeterem ao domínio vaginal, pois tendem a serem mobilizados mais pelo instinto, no consumo sexual, do que no compromisso do vinculo afetivo ou social. Sendo escorregadios estarão mais propensos ao vício pela caça e uso da variedade do que à fixação numa única vagina.

Esses “mulherengos” são originariamente caçadores, que tiram mais prazer da caçada e da conquista do que do conforto da parceria. Enquanto que uma parcela de homens se satisfaz com o conquistado e se submete ao conforto da parceria estabelecida, os “caçadores” são permanentemente insatisfeitos, estão mais propensos a”eterna” e insaciável busca da conquista do que suscetíveis ao encantamento da Deusa Vaginal. Estes são mais difíceis de serem seduzidos pois se satisfazem na sedução e de serem manipulados pois preferem a manipulação.

quinta-feira, 1 de março de 2012

ZOO HUMANO III






SOBRE O MACHO VICIADO EM ODORES VAGINAIS

Natural que o homem suscetível à dependência do vício do odor feminino, pode ser enquadrado num biótipo Sensorial. Suscetível à dependência do universo das sensações.

Mas isto não quer dizer que o sujeito frio, pouco sensível e pouco sensorial, com predominância mental também não esteja afeito a este tipo de apego e dependência.

Um indivíduo mental pode ser menos afeito à dependência sensorial neste nível mais primitivo, mas estará mais exposto a dependências emocionais, afetivas deformadas e sexuais distorcidas, pervertidas e mais radicais.

À medida em que a natureza pulsional não é saciada na sua demanda original, acionará mecanismos de saciedade de forma mais extremada para romper com a Força dos controles repressivos do individuo. Mesmo que o sujeito busque relações afetivas e emocionais mais distanciadas, se fragilizará na dependência de relações sexuais perversas e bizarras.

A natureza vai empurrar o sujeito para relações estabelecidas em realidades mais estereotipadas.

Já aquele que se assiste comandado por esses movimentos internos acaba tendo a possibilidade de aprender a lidar com forças pulsionais tão poderosas, podendo desenvolver o aprendizado na lida com essas pulsões. Ele é como que agraciado por uma certa parcimônia das forças interiores, tendo a chance de administrar esse fogo eterno das paixões e de realizar as transformações básicas de espírito para acomodar as transformações arquetípicas de inconsciente.

OBS.: O Champagne é apenas para ilustrar a força instintiva, contida e arrolhada. Mas é sempre uma ótima idéia para celebrar.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ZOO HUMANO


CHEIRANDO CALCINHA
Essa é antológica e merece comentário. O acontecimento é do BBB12. Sete dias após a eliminação de Laisa, Yuri seu affair no confinamento se delícia, ansioso e angustiado, saciando a saudade, ou vício, cheirando na calcinha "esquecida" que a amada deixou na casa o que se supõe ser odores vaginais nela contidos .

O acontecimento se dá, vejam bem, no quarto fantasiado de Selva, o que supostamente induz o sujeito a um estágio de consciência pré-histórico, que propicia, neste zoo humano, a vivência aflorada de nossa natureza animal.

Os homens sabem muito bem o que é isso: Os Feromonios vaginais. Feromônios são sinalizadores químicos de atuação entre indivíduos da mesma espécie. Eles podem atuar estimulando estados compulsivos que definem atrativos e principalmente estados profundos de vínculos associados a imagens idealizadas e estimulantes quimicos que propiciam apego e vício pelo outro.

Estes estados  diferenciam os romances platônicos, dos amantes passionais e das paixões fatais. Aa iferença entre vinculos juvenis e adultos.

Um relato:

“...Se eu tivesse tirado aquela infeliz experiência como modelo, nunca mais teria posto a boca em uma vagina. Cara, como fedia aquele troço, parecia que a menina tinha um bicho podre no meio das pernas. Bem, mas felizmente para mim, tentei novamente em outra ocasião, até porque eu não imaginava que houvesse algo de errado com aquilo que ocorreu da primeira vez. E nessa outra oportunidade, e nas demais que se seguiram, a coisa foi completamente diferente, aquele cheiro (ou seria fedor?) desapareceu, e restou um aroma muito suave, quase um perfume, inebriante, e eu desde então não consegui ficar com nenhuma mulher sem ter o desejo de cheira-la, fiquei completamente dependente desse tipo de carícia.”

A PERCEPÇÃO OLFATIVA

A consciência olfativa nos remete às primeiras sensações respiratorias. Na primeira respiração, ainda vinculado ao cordão, as primeiras golfadas de ar vêm acompanhadas dos odores vaginais maternos que ficam registrados na memoria da pele e do olfato.

Naturalmente, cesarianos vivem outras experiências, que é bom lembrar não deixam de ser orgânicas.

Portanto, na Selva, esse jovem apaixonado pelo cheiro vaginal da companheira eliminada, não manifesta nada anormal. Apenas uma tendência masculina e compulsiva de se inebriar nos aromas íntimos femininos e consequentemente estimular a compulsão sexual e o vicio em sua parceira. Neste último caso o Bouquet aprisiona o macho no delírio de sua natureza.

O Jovem Yuri só está começando a sua viagem de aprisionamento e quiça de libertação.
Infelizmente, apenas o conhecimento e a consciência nos separa dos trogloditas e da mediocridade, já que a natureza continua primitiva e animal... Ansiando por evolução...ainda que repetindo as experiências eternas do prazer de viver.

Se o apego ao prazer aprisiona e castiga,
a renúncia  liberta
e de sobra nos amadurece
pois consolida a libertação.