sábado, 31 de julho de 2010

CELEBREMOS!



Agradeço de coração aos que me auxiliam

Nesta jornada de construir este Blog,

Sem precisar preenche-lo com anúncios. 

Seja com participação, sujestões

E Doações,

Essas, me permitem mais tempo e dedicação para partilhar 

a busca do aprimoramento.

Obrigado!


quinta-feira, 29 de julho de 2010

CONQUISTA HUMANA II

imagem do blog
 
pensando bem...


É necessário descobrir que os touros mais bravos que podemos enfrentar
 não são os touros criados para as touradas,
 mas os touros que sobrevivem dentro de nós.
O animal selvagem que sobrevive ainda hoje dentro de nossa natureza,
o animal impulsivo,
assassino,
impetuoso,
aquele que resulta da força do instinto selvagem,
aquele que se fia no vigor da força física,
aquele que se superestima subestimando os outros,
aquele que mobiliza as compulsões, a maldade, e a transgressão.
O pior touro que temos que enfrentar sobrevive em nós,
no orgulho, no amor próprio símbolo dos caprichos,
na arrogância, na prepotência, na presunção.
O pior touro que precisamos derrotar
reside na ignorância herdada  nas tradições de nossos antepassados
que  não se aprimoraram nem se libertaram de nossa origem primitiva.

Esse o touro que precisamos aniquilar,
o animal que precisamos domar,
para quem sabe, descobrir em nós
seres humanos mais humanos.

Nem que para isso precisemos nos libertar da estética que se apossa de nossos desejos insanos.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

CONQUISTA HUMANA


 A NOTÍCIA:

"O Parlamento da região autônoma da Catalunha decidiu nesta quarta-feira proibir as touradas, transformando a província na primeira região da Espanha continental a banir a prática. A votação foi resultado de uma petição levada ao Parlamento com a assinatura de 180 mil pessoas que diziam que a prática é bárbara e antiquada.
"A medida foi aprovada por 68 votos contra 55, com nove abstenções. A votação foi apertada porque os dois principais partidos presentes no Parlamento suspenderam a fidelidade partidária, tomando a rara decisão de permitir que seus membros votassem de acordo com suas consciências." BBC/ Ig


Lembro-me como hoje do dia do assassinato de John Lennon, naquele dia eu chorei com o jornal Extra nas minhas mãos. Hoje ao ver esta notícia eu fiquei emocionado e chorei, não pela morte mas pela vida dos seres que não serão mais sacrificados.
Sempre que a força cede espaço à suavidade, que o ato de matar, como celebração, é superado pela consciência e pela lucidez, a humanidade evolui no seu aprimoramento e deve ser felicitada.

Congratulo o palamento da Catalunha com o banimento das touradas.

Com todo o respeito  às tradições espanholas, existem aquelas tradições que merecem ser preservadas por que revela nossas conquistas, mas existem aquelas tradições que precisam ser esquecidas para ceder espaço ao novo Ser Humano que encontra novas formas menos primitivas de celebrar o prazer.

À conquista da Copa Mundial de Futebol se segue a conquista de novos ares na Espanha, menos primitiva, mais sensível, mais coração, mais delicada, e nem por isso menos masculina.

Quando a suavidade atinge o coração dos homens e eles deixam de temer a perda da masculinidade mudando seu comportamento beligerante é porque conquistaram um pouco mais de sabedoria e abandonaram um pouco mais de ignorância.

As arenas abandonam o sacrifício do sangue, a elevação da morte, para
sacralizar o sangue da vida,

Eu, e desconfio que milhões de outros Seres Humanos, devem estar agradecidos aos espanhóis 
que participaram deste banimento, desta transformação, em nome da Humanidade.
Nós mercemos uma era de aquárius menos violenta.

Se na morte de John eu perdi um pouco de esperança e morri um pouco,
 hoje eu me sinto mais esperançoso, me sinto mais vivo!



sábado, 24 de julho de 2010

Percepções

   Imagem da Minisérie
 Hoje é dia de Maria
da Rede Globo


"É assustador... o que mais me deixa aturdida é pensar que mulheres são coniventes também com essa violência. Somos nós que criamos, educamos, orientamos. Podemos mudar esse quadro quando nos dermos conta do que significamos de verdade e passarmos a compreender nosso valor neste planeta. É muito triste ver a cada dia notícias como estas e constatar que as vítmimas ainda são julgadas pelo seu estilo ou escolha de vida, como se isso justificasse sua morte e tamanha violência. Mulheres julgando mulheres... Estamos nos distanciando de nossa essência?"



terça-feira, 20 de julho de 2010

MULHERES ASSASSINADAS



Pesquisa recente divulgada revela que a cada dia 10 mulheres foram assassinadas ao longo dos últimos dez anos. 36500 mulheres foram aniquiladas.

É Simplesmente estarrecedor!

Homens que matam mulheres

Representam o pior da espécie

O nosso pior atraso,

O espelho do retardo evolutivo humano.

Não conheço os dados do passado, quanto se matava. Nem quantos foram os homens assassinados pelas mulheres, e muitos são os envenenados. Mas ninguém tem o direito de tirar a vida de outro ser. Mesmo que esses indices tenham sido reduzidos, a humanidade precisa avançar evoluir na educação dos herdeiros deste planeta.

É adorável e magnífico viver o avanço que a ciência nos possibilita, acordar numa manhã de outono, ou apreciar uma noite estrelada de inverno, os aromas primaveris, ou sentir a brisa agradável do verão, uma experiência magnífica.

Mas, me sinto absolutamente desencantador viver a vida, como um humano, como um membro de uma espécie tão destrutiva, autodestrutiva e primitiva.

A humanidade ainda tem um longo caminho a percorrer para superar o primitivo “homem” das cavernas que mora dentro do humano com sua ignorância e estupidez.

domingo, 18 de julho de 2010

OBRIGADO!





Kris I

Parabéns e obrigado, o senhor está a prestar um serviço social com a divulgação destes seus dados, pois este postes podem ajudar as pessoas a reflectir e a poupar tempo em pensamentos e em leituras.Muito Bom.

Kris II

bela síntese, bom pensamento abstracto, bom encontro com a realidade, óptima leitura... ...pode ajudar ...obrigado pela PARTILHA...

 
Obrigado a você! 
Pelo Feed Back e,
principalmente,
 pela delicadeza das palavras.

INSIGHT’s




Nos diálogos neste almoço de domingo me manifestei:

Só não acredita na bondade queM não acredita na generosidade Divina.

Melhor:

A Maldade é a expressão de quem não acredita na benevolência divina ou que se revolta pela ausência da proteção de Deus.

Neste aspecto o individuo não é capaz de se sustentar em sua provação e passa a se conduzir negando a existência de Deus, consequentemente, afastando de si a presença do Divino em sua vida.

Há limites para a revolta e para a transgressão!

sábado, 17 de julho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS XIII



Porque elas acreditam na cara de bondade da maldade;

Porque elas se superestimam;

Porque elas subestimam os homens;
Porque elas se deixam levar pelo instinto maternal que eles mobilizam nelas;

Porque elas escolhem pelas aparências que enganam;

Porque elas escolhem sem avaliar seus escolhidos pela razão;

Porque elas querem acreditar nos contos e nas estórias encantadas;

Porque se permitem ser enganadas, ludibriadas;

Porque acreditam que escolhem, quando estão sendo escolhidas;

Porque quando são escolhidas, não valorizam;

Porque não sabem distinguir manipuladores e sedutores predadores;

Porque se fazem de simplistas.

Porque as conquistas femininas não podem ficar apenas nos direitos individuais.

Os desajustes e as contradições e a negação da natureza feminina como matriz podem estar refletindo na geração de um homem desconectado e descompromissado com o mundo em que nasce.

Não podemos esquecer o básico: Esse Homem ainda nasce da Mulher e é o seu produto.

O Assunto é vasto. Esta série foi apenas um aperitivo sobre este tema que de certa forma define este momento da civilização humana e o próximo, a supremacia de um biótipo que, a cada dia, aumenta sua população significativamente num tempo e num momento que favorece este fenômeno, o desenvolvimento de um tipo de homem que contraria e renega a conquista da espécie: a humanidade.

Podemos pensar, numa escala mais profunda, na supremacia do lado oposto, do lado sombra, repaginado, reconstruído, remodelado. Apenas como adaptação à sociedade perversamente competitiva, resposta às exigências do meio, como sinal de contraposição ao avanço da sociabilidade, retrocesso, etc.

O certo é que ação humana nenhuma fica sem resposta da natureza, e o processo de degradação do planeta produz resultados e consequências não apenas no clima mas na natureza humana inevitavelmente.

Aqui fica a contribuição na tentativa de favorecer a reflexão e o outro lado da natureza, os observadores, os puros, os bons, a identificarem este predador no sentido lato da palavra, porque toda supremacia pode determinar desequilibrio. Os dados foram lançados

terça-feira, 13 de julho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS XII







Do Livro: Manto Verde Jade

"Não se engane! a personalidade do sociopata, diferentemente dos psicopatas, é passível de mudanças, mas eles são refratários por natureza e sendo originários de mudança psíquica desenvolvida pela espécie para sobreviver frente às grandes dificuldades, são mais capazes de dominar e controlar as mudanças dos outros do que a suas próprias transformações. Se a espécie sobreviveu até hoje é porque tem muito da contribuição dos ancestrais deste biótipo mutante. Se hoje ocorresse uma catástrofe mundial a maior possibilidade de sobrevivência seria deste modelo. Quando necessário eles são: frios; calculistas; objetivos; sabem liderar com determinação; não aceitam a divisão de poder; possuem inteligência prática; são desconfiados; como não se envolvem emocionalmente não se perdem em delírios; não tem sentimento de culpa, dó, pena de nada nem de ninguém. Adoram as guerras, os embates, os confrontos.

Sociopatas fazem sucesso nas corporações modernas, pela agressividade e pela competitividade que possuem. São máquinas energéticas de trabalho, são capazes de sacrificar qualquer coisa, menos a imagem, na busca pelo sucesso do que empreitam. Mas são perigosos, porque não confiáveis. A armadilha em que eles caem é porque subestimam a natureza dos outros, mostrando-se ingênuos e incautos ao se superestimarem. Nas instituições conseguem, inicialmente, produzirem ações e intervenções lucrativas, mas acabam promovendo a competição interna de forma destrutiva, a desconfiança, a formação de equipes desvinculadas e fragmentadas, a falsidade, a superficialidade, promovendo e desmontando a força coletiva da instituição, improdutivos e fonte de prejuízo. Produzem instituições esquizofrênicas, divididas, fragmentadas, dissociadas.

As corporações contemporâneas, quando no futuro assumirem o domínio sobre as massas, assumirão os direitos e os deveres, tenderão a impedir os sociopatas em postos chaves, pois transmutadas exigirão de seus líderes uma característica que eles não possuem: o compromisso com a verdade, e com o coletivo. Mas... Essas mudanças radicais e coletivas demandam tempo, por enquanto eles reinam.

Uma preocupação natural é que, sendo a natureza sábia, ela trata de antecipar soluções que favorecem a sobrevivência da espécie, por exemplo: se um determinado grupo ou espécie está com um baixo número de elementos, a natureza favorecerá o nascimento de mais fêmeas que possam aumentar o número de membros, diminuindo o risco de extinção da espécie. Pergunta-se: sabendo que os sociopatas possuem maiores chances de sobreviver em situações adversas e que o número deles vem crescendo assustadoramente na sociedade, estaria a espécie correndo algum risco em sua sobrevivência? Ou os sociopatas são apenas sinais da evolução para onde caminha a humanidade?"

SOCIOPATAS SÃO MUTANTES,

HUMANOS DE NATUREZA ORIGINAL,

DESTRUTIVOS, SEM A  IRA, PEÇONHA

DOS PSICOPATAS TROGLODITAS

MAS COM PODER DE MOBILIZÁ-LAS.

sábado, 10 de julho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS XI


Voltando à sequência que vinha seguindo, segue abaixo, características do perfil deste biotipo que estou desvendando, retiradas do Livro anteriormente citado.
Essas características compõe o biotipo, isto quer dizer que fazem parte do tipo psicologico. Uma característica ou outras não definem o individuo, já que todos possuimos um ou mais de uma delas,  mas todas compõe o perfil. Compreendam de forma didática.

Em linhas gerais, como são os SOCIOPATAS:


• Apegados a bens materiais, buscam vínculos com bens materiais e mantendo relações sociais não se vinculam afetivamente;

• Distorcem o que contraria o interesse e a imagem pessoal, a que vende para o mercado, a sociedade;

• Afetivamente, quando passam a dominar uma relação, se tornam escorregadios, o que leva os dominados seduzidos insistirem como sedutores. Acabarão manipulados e frustrados, nunca conseguirão seduzi-los, já que sociopatas são inseduzíveis;

• Estão sempre insatisfeitos e o limiar de satisfação nunca é atingido. O limiar de frustração é reduzido;

• Estão sempre testando os limites do outro, para que possam ampliar esses limites e remarcá-los no interesse deles;

• Não aceitam regras, mesmo que aparentemente se comportem dentro delas;

• Evitam assuntos que ameacem suas posições de domínio;

• Tendem à representação, ao fingimento e dissimulação;

• Gostam de cargos públicos, pelo poder, pelo interesse pessoal, quase nunca por interesses públicos;

• Gostam de desmoralizar e desvalorizar o “outro”;

• Se defendem dramatizando quando são confrontados;

• Gostam de viver no encosto, na sombra alheia;

• Gostam de levar vantagem em tudo e não têm interesse em respeitar os direitos alheios;

• Geralmente possuem inteligência superior;

• Manipuladores , usam as pessoas como meio para realizar seus propósitos e atingir metas;

• Mentirosos, mentem por compulsão e geralmente subestimam os outros;

• Não gostam de dividir, debocham da generosidade alheia;

• Narcisistas. Raramente são mobilizados por sentimentos ou emoções;

• Nos relacionamentos são dominadores, gostam de subjugar, não gostam de ser controlados, mas mantêm controle sobre o outro;

• Obtêm prazer morbidamente inferiorizando os outros;

• Possessivos, mesmo que mascarados;

• Quando casados com pessoas independentes preferem que o parceiro pague as contas enquanto em nome da “família” poupam o seu dinheiro. São miseráveis, pão duros, afetivo e material.

• Quando em crise são infantis, medrosos, e chorosos e regredidos;

• Quando não estão no poder rodeiam quem tem poder, ficam na sombra usufruindo e defendendo interesses pessoais.

• São “amigos” falsos e interesseiros;

• São escorregadios, não dão pegas, não se vinculam afetivamente. Só se vinculam a interesses ou interesses às intenções;

• São decisivamente competitivos e ilimitadamente ambiciosos;

• São de extremos: libidinosos quando em fase de sedução ou frígidos quando em situação de domínio;

• São enrolados. Suas ações nunca são transparentes, a não ser que seja de interesse;

• São formais e valorizam o formalismo, o que os protege de contatos afetivos;

• São individualistas centrados, suas gestões institucionais são geradoras de instituições sociopatas, aquelas que desconsideram interesses sociais e vangloriam o lucro do capitalismo selvagem;

• São miseráveis, pães duros, sovinas, não gostam de gastar do próprio dinheiro a não ser que estejam “trabalhando” em alguma sedução;

• São os primeiros a se aproximar quando vêm possibilidades de proveito e os primeiros a pular do barco na ameaça de afundamento;

• São miseráveis afetivos, não expressam afetos;

• Acham-se perfeitos, “nunca erram” ou não dão o braço a torcer, não se comprometem e nem se desculpam;

• Se os interesses são satisfeitos mantêm vínculos com a fonte de sustentação. Em caso contrário tentam desestabilizar os que não são seduzidos;

• Sedutores, não possuem limites, acreditam que os fins justificam os meios;

• Sempre fazem papel de vítimas;

• Têm adoração pelo poder, são autoritários e gostam da posição de invejados;

• Traidores e não confiáveis;

• Vaidosos gostam de se exibir como poderosos ou ao lado deles;

• Vivem atrás de máscaras, são permanentemente no social, personas, em representação. Na intimidade se mostram frios, distantes, agressivos, desconfiados, autoritários. Sem capa, sem Verniz.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS X


E MUITAS ACABAM ASSASSINADAS!

Hoje, ouvi  um renomado Médico Psiquiatra em rede nacional numa entrevista sobre o CASO BRUNO, descrever a psicopatia.

A repórter perguntou-lhe:

- Doutor, O Bruno nasceu e foi rejeitado e abandonado pela mãe e o pai morto, criado pelos avós, isto poderia explicar seu comportamento?

E o doutor não vacilou:

- Não! Isto é característica inata do indivíduo, o individuo nasce assim!

Este é o pensamento geral. Eu claro, discordo, sem dúvidas, e qualifico como inconsistente a afirmação. Aprendi na ciência a duvidar. Sempre duvidar. Duvidar das certezas. Mas a ciência também ensina que se o conhecimento é dinâmico nos podemos ter certeza do alvo, mesmo que a partir de aprofundamento as verdades se mostrem mais específicas e mais decisivas. O que não é possível é ficar aprisionado em um saber estanque, limitado, que não evolui por falta de compreensão do fenômeno.

Como penso a origem desta natureza?

O cenário de formação fetal é decisivo. Dependendo do grau de aceitação ou de rejeição, a vibração atômica do corpo definirá o nível de vibração atômica do individuo formado.

Primeiramente a definição entrópica:

ENTROPIA - sf (gr entropé+ia1) Fís Quantidade de energia de um sistema, que não pode ser convertida em trabalho mecânico sem comunicação de calor a algum outro corpo, ou sem alteração de volume. A entropia aumenta em todos os processos irreversíveis e fica constante nos reversíveis.

E em segundo lugar o nível de vibração:

Quando o organismo é bem aceito, quando a gravidez é bem aceita, a formação se dá de forma natural em dinâmica de evolução, ascendente.

Quando ocorre rejeição à gravidez, o corpo formado se desenvolve em situação de alarme, e perigo iminente, há elevado risco de sobrevivência. O feto se forma e se desenvolve em nível de tensão elevada, por não conseguir estabelecer vinculação com a matriz, vínculos saudáveis com o meio ( a barriga da mãe). Os Imputs que recebe são de ameaça como invasor, como corpo estranho e posteriormente não consegue estabelecer a partir da separação materna (no nascimento) vínculos saudáveis e afetivos com o mundo.

Consequentemente, o que ele conseguir de acolhimento, no mundo, definirá o seu distanciamento social completo ou um distanciamento parcial com potencial e possibilidades de vinculação (esse potencial não pode ser desprezado, já que a tendência natural é de sociabilização e integração do individuo).

Este grau de distanciamento define a diferença entre a sociopatia e a psicopatia. Quanto maior o distanciamento maior o distanciamento, o desvio, a psicopatia. Quanto menor, maior a sociabilidade afetiva.

Ah! Como podem estar percebendo a sociopatia avança para a Psicopatia, assim como a Neurose avança para as Sociopatias e para as Psicoses.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS IX


Mas quem são os sociopatas?


Abaixo, segue uma pequena descrição deste biótipo Humano no Livro:

MANTO VERDE JADE

de

EDUARDO ANDRADE e SIMONE ROBSON.
1. PSICOPATAS / SOCIOPATAS

"A modernidade, que se esperava avançada, ascendeu patologias controladas pelo desenvolvimento da civilização. As neuroses avançaram e se simplistas aceitam o fato na justificativa de que é doença para se conviver, a sociedade assustadoramente permeia o desequilíbrio. E o proibido reapareceu em forma de sociopatia.

A sociedade está inchada de psicopatas e sociopatas. O ambiente propício à ambição, à competição, ao narcisismo, à vaidade e à falta de princípios facilitou a eclosão deste biótipo mutante da natureza humana. Eles estão em todos os lugares... À espreita.

Se a história humana de disputas territoriais e pelo poder, no passado, favoreceu a sobrevivência e o sucesso dos psicopatas, a sociedade moderna regulada e “civilizada” os aprisionou em camisas de força e os denunciou como mentes patológicas merecedoras de atenção e cuidados especiais. Mas a natureza não podendo prescindir desse biótipo, fê-lo ressurgir mutante e readaptado à sociedade competitiva moderna como Sociopata. Menos selvagem, exigentemente socializado como nenhum outro tipo comporta, o sociopata veio para ocupar o lugar que no passado o psicopata ocupava como senhor das guerras e carrasco a trabalho dos poderosos. Esse mutante psíquico evidencia a excelente capacidade adaptativa da natureza, capaz de transformar e preparar indivíduos para a evolução que anseia. Eis uma prova sutil de que o destino humano é guiado pela intenção de nossa natureza. Os sociopatas representam a linhagem humana mais avançada para sobreviver na sociedade que construímos, e os psicopatas a linhagem mais primitiva e selvagem em estágio de exclusão nas sociedades mais avançadas.

Em linhas gerais, como são os SOCIOPATAS:

Continua...

domingo, 4 de julho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS VIII



Nesta semana em uma seção de análise terapêutica, ouvia o relato de uma mulher sobre os desvios de comportamento que seu filho vem apresentando, e suas características gerais. Procurei deixar que o relato ocorresse sem interferir na linha de reflexão e colhi essa relação que aflorou, portanto, de forma natural:

Ela engravidou-se do seu primeiro filho aos 33 anos de vida, quando ainda solteira e nem pensava em ter um filho naquele momento, mas como aconteceu, recusou abortar e assumiu a gestação. Apesar da situação delicada e de viver durante a gravidez um tumulto decorrente das transformações pelas quais sua vida viria sofrer, uniu-se em casamento com o pai do filho gerado. No pós-parto apresentou quadro de depressão pós-parto, que acredito já estabelecido na gravidez, posteriormente este quadro indicou evolução para Síndrome de Pânico, não tratado, mas contido em sua sintomatologia.

Três anos após este delicado período ela voltou a engravidar. Naturalmente, depois de um histórico de primeira gravidez conturbado e sofrido, repetindo uma gravidez não planejada, entrou em parafuso, e rejeitou inicialmente o estado de gravidez, posteriormente assimilada e integrada.

Hoje, 10 anos depois, esse filho de segunda gravidez vem apresentando em suas relações identificação e proximidade com crianças que apresentam desvios de comportamento, tais como Bulling, preconceitos, características narcísicas, dominadoras, controladoras e manipuladoras. Na ultima semana apresentou atitudes dissimuladas, mentiras, buscando enganar os pais para realizar a satisfação de seus desejos e interesses.

Excluindo as mentiras, decorrência natural da fase de desenvolvimento pelo qual a criança passa e que estão mais relacionadas ao processo de aprendizagem dos limites, ou de experimentação da realidade, nesta idade já é possível perceber diferenças entre o que se mostra com desvio na formação de caráter e aquilo que é apenas exercício de experimentação.

Um adendo: Discordo do pensamento geral que define o caráter como totalmente formado aos 3/4 anos de idade se tornando uma estrutura imutável. Tenho experimentos que me indicam que a formação de caráter pode definir estados de configuração mutáveis. Ou seja, ele não é definitivo mesmo que assim se mostre, ele é moldável, como uma massa disforme que aceita formatos, ou que se molda em função da realidade. Uns menos outros mais.

Portanto, aos 10 anos de idade no exercício de experimentação a criança, mesmo com um pré-formato de caráter, ainda está em busca de uma configuração definitivo ou um alinhamento de defina a referência social ou antissocial no comportamento do individuo.

A criança em questão vem exercitando suas possibilidades de manipulação do meio. No momento trabalha com a formação e criação de estados de realidade, as mentiras, buscando descobrir até onde consegue realizar seus interesses conduzindo os adultos através da satisfação de suas expectativas. Ou seja, atende aos adultos em suas expectativas conceituais e na idealização enquanto por trás realiza o que é de seu interesse. Mostra-se um bom menino enquanto age como um transgressor. As mentiras são apenas o sustento no exercício de dissimulação que pratica e naquilo que vai se transformando.

No caso relatado, acompanho a mãe e sei de sua disponibilidade afetiva voltada para os filhos, e acredito que este diferencial favorece seu filho na sua reconstrução, ou na reordenação de sua natureza. Chamou-se a atenção o fato de estar aqui postando a relação entre a origem e formação do Sociopata e a rejeição ocorrida na gravidez indesejada, projetada posteriormente no impedimento de formação da construção e vivencia da relação de simbiose. E não tenho dúvidas que no caso acima o afeto materno define o baixo nível de sociopatia da criança. A afetividade na relação mãe X filho favorece a blindagem da tendência sociopata do individuo. O que me leva a pensar:

Potencialmente a natureza também é sociopata, o afeto direciona essa natureza e a transforma redefinindo sua forma e sua configuração assim como a ausência do afeto direcionando para o menos, (esse menos não tem o intuito de menor, mas de direção oposta) promove o nascimento da origem sociopata, Pesando no instinto animal, tendo a acreditar que a natureza é sociopata tanto quanto não sociopata.

DISSO PODEMOS TIRAR UMA TERCEIRA HIPOTESE, QUE NOS INDIQUE PORQUE AS MULHERES SE APAIXONAM POR SOCIOPATAS:

O instinto maternal, da natureza feminina, consegue distinguir o individuo que afetivamente foi rejeitado e tenta compensá-lo com afeto, com seu amor, para supri-lo na sua natureza incompleta.

Sabemos que as mulheres tendem a se interessar por indivíduos que aparentam fragilidade. Mesmo que com o tempo elas passem a rejeitar esses indivíduos ou porque se defrontam com predadores de primeira categoria disfarçados em cordeiros, ou porque eles se mostrem excessivamente indolentes, funcionando como quem quer apenas permanecer no colo materno, sugando o leite sagrado, o que leva as mulheres a uma transferência negativa, se distanciando e passando a odiá-los. A consciência do fracasso de transformar o frágil no herói protetor. Obrigadas a sustentar apenas o papel maternal podem passar a apresentar atitudes de rejeição ou ódio frente a esta condição de fracasso. Obvio que existem aquelas que carregam esses indivíduos “frágeis” ou sanguessugas até o fim da vida, mas esses são outros detalhes.

sábado, 3 de julho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS VII



Neste aspecto o sociopata vende para a mulher, e para todos os outros, uma imagem de inovação, mas funciona como um homem retrógado, conservador, tradicional. A sociedade mudou, mas eles não mudaram. Se antes eles funcionavam escondidos na figura de autoridade, onde não precisavam expressar o afeto que não possuíam, na modernidade passaram a exibir uma suposta imagem de afeto, escorada na educação, na finesse, na atenção e disponibilidade, pois assim, como observadores experts, captam as necessidades dos ingênuos e incautos para através da manipulação impor o poder de autoridade que os alimenta e que os protege de ter que manifestar o afeto que não possuem.

Tentando clarear: O mundo mudou, eles não. Como não possuem flexibilidade para suportar mudanças, se mostram suaves sedutores, até que possam manipular o outro através do afeto com o qual os afetivos se alimentam Desta  forma aplicam atitudes e respostas que atendam a aexpectativas dos incautos até que possam tendo o outro com absoluto domínio aplicar a autoridade destrutiva com a qual alimentam a raiva que os consomem por fracassarem na tentativa de interagirem.



terça-feira, 29 de junho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS VI



No passado, nem tão remoto assim, enquanto as mulheres se escondiam atrás da submissão, esse biótipo se escondia na máscara do Machismo. Não precisavam se expor, bastava apresentar a máscara incorporada de autoridade, poder de comando, enquanto as mulheres se submetiam ao jugo.

Se hoje em dia a sociedade se mostra contínua e coletivamente descompensada, no passado podemos pensar numa sociedade dividida, entre o profano e o sagrado, eram dois universos: uma sociedade “sagrada” que se sustentava nos princípios religiosos e da construção familiar e uma outra, fora da família, onde homens respeitados e mulheres “desqualificadas” viviam a vida profana. Viviam suas fantasias fora de casa e dentro da família se sustentavam como ícones de integridade. O que lhes permitiam maior domínio sobre esse universo onde tinham o poder de autoridade, de exigir e comandar.

Com o surgimento da sociedade de massa e com a libertação da mulher a igualdade permitiu a reordenação dos valores em novas bases e em novos princípios. Essa nova mulher com vontade própria que surge para assumir sua vida, suas escolhas, sua família independente da presença ou da dependência do macho colocou em cheque e obrigou esse biótipo a colocar sua cara de fora. Obrigou a se mostrar.

E os conflitos apareceram principalmente porque eles possuem um limiar reduzido de flexibilidade. Quando o limiar de flexibilidade é reduzido o individuo apresenta dificuldades na aceitação de mudanças. As mudanças se tornam ameaçadoras ou tiram o conforto do "aparente controle" que realizam no exercicio de manipulação do meio, acontecimentos e pessoas. O Sujeito pode até trabalhar como um consultor avançado em mudanças e em transformações, em nível da idealização ou de conceitos, mas na prática, ou na vida pessoal eles não consegue aplicar o conceito que vende como inovador.


sábado, 26 de junho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS V



Tenho dúvidas se o número de Sociopatas cresce ou se eles estão ficando mais visíveis. É claro! Se a população aumenta, eles aumentam proporcionalemente. Mas penso nun crescimento acima do que seria esperado.

Algumas possibilidades do crescimento desse biótipo são:

A relação direta com o comportamento mais liberto das mulheres que as permitem expressarem mais livremente a rejeição que sentem pela gravidez indesejada, contrariando o arquétipo maternal originário no instinto reprodutivo e de geratriz da espécie;

O aumento da população mundial, que faz crescer a presença do biótipo sociopata;

As consequências causados pelas mudanças ambientais poderão ser devastadoras, e a natureza cuida de produzir um biótipo frio e calculista, pronto para responder às exigências do meio ambiente instável,(abordarei posteriormente este detalhe).

De qualquer forma, as mudanças radicais que trouxeram as mulheres para os campos de batalhas masculinos, abriram espaço para que elas conquistassem o direito e a opção de viverem fora do casamento ou excluindo a natureza maternal. Mesmo que esta natureza sobreviva de forma simbólica projetada em outros comportamentos.

Se esta mulher moderna, que conquista sua independência, escolhe seus caminhos, seus homens, sua profissão, seus horários, seu estilo de vida e vive sua sexualidade de forma livre, se vê frente uma gravidez não planejada e indesejada, sendo obrigada a fazer escolhas e submetidas à natureza animal, o acontecimento pode ser devastador. Entre a realização da natureza maternal e a realização como individuo livre. Entre a cruz e a espada. A rejeição a um ou a outro lado deixará marcas indeléveis, pelo confronto que provoca submetendo o individuo e impondo-lhe um estado que tende a mudar sua dinâmica de vida. Mesmo que escolha a liberdade e o direito de não gerar, tenderá a ficar submetida à culpa pela interrupção da gravidez.

Na fantasia e na idealização a maternidade é fantástica para quem a busca. E um desafio incalculável para quem não a planejou. Neste caso, a rejeição é aplicada ao estado de grávida e não ao filhinho concebido. É uma resposta ao confronto que a vida submete o individuo. O filho concebido se torna obra do pecado, e pagará o preço do pecado tanto quanto a mãe descuidada que aceita o confronto do destino.

Óbvio que, neste vasto mundo, os eventos são tão inumeráveis, e acima citei apenas um exemplo ligado à concepção. Mas inúmeras são as possibilidades que podem levar uma mulher a negar em si o instinto de preservação da espécie, a maternidade, a sua natureza de geratriz e a rejeitar sua cria no nascedouro.

E a natureza responderá produzindo indivíduos que não conseguem estabelecer, relações fraternas, vínculos afetivos consistentes, trocas afetivas, partilhamento, negando um principio básico da vida: O princípio do partilhamento, da natureza que submete todos a um único sistema e os obriga a dar e receber.

Definitivamente, a democracia tirou as mulheres de dentro de casa, mas o preço inevitavelmente transforma a sociedade humana. De imediato é possível ver que repetimos a dinâmica do universo, expansão e retração, já é possível vislumbrar na sociedade humana: Evolução e retrocesso. Se antes a força era de evolução hoje o destino humano já é dividido com a involução. Por enquanto as sombras que não nos seguravam já podem estar prevalecendo.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS IV


Já não sou mais amante do cinema como no passado, o pouco tempo obriga-me a outras escolhas, mas não deixo de acompanhar um pouco do que é produzido. Outro dia, por exemplo, pude assistir a um episódio da série CSI – Investigação Criminal. Gosto da série, reduzidos conflitos pessoais, em dois extremos, competições sociais, de um lado e assassinatos do outro. Investigações criteriosas nas reconstruções de realidades, feitas com certa objetividade e detalhamento. Só tenho dúvida se os casos são pinçados da vida real ou construídos para a ficção. Mas, mesmo que sintéticos me parecem interessantes!

Esse, em especial a que me refiro, relatava a morte de um sujeito dono de Cassino em Las Vegas encontrado morto na escadaria de sua mansão numa noite de 5ª feira, pela esposa. O sujeito era dominador, controlador, manipulador, chantagista, sequestrador, etc., entre outras características possíveis a um sujeito voltado para explorar a fantasia, a compulsão e a magia dos números na imaginação humana.

O sujeito sofria de infantilismo, a prática de comportamentos regredidos à infância. Na noite de 5ª feira se dedicava à satisfação de seus desejos patológicos. Tinha controle de uma mulher jovem e bonita, de quem havia retirado o filho ainda bebê, que o assistia como a mãe, vestia-se como matriarca, dava-lhe de mamar nos seios, limpava suas sujeiras, dava-lhe palmadas e o repreendia, cantava para ninar e fazia-o adormecer.

O estereótipo de uma vivência não consumada, ou consumada como rejeição. Em uma dessas seções, o sujeito descompensa, sai do controle e gritando que queria voar, pula da sacada da casa, vindo a encerrar sua tragédia humana.

Mas um detalhe chamou-me a atenção, e que me leva a relatar esses fatos. O investigador, à procura de respostas, entrevista sua mãe, uma senhora idosa, que não via o filho, suicida, há sete anos, hospitalizada e acamada, solta essa pérola:

MINHA MÃE DIZIA:

SE QUERES FAZER DA CRIANÇA UM HOMEM

NÃO LHE OFEREÇA OS SEIOS.
E completou:

O MUNDO HOJE ESTÁ ASSIM,

PORQUE AS MULHERES MIMAM SEUS FILHOS.
Claro que a afirmação me soou conhecida. O cinema para mim é diversão, No passado, gostava de filmes ditos de “arte”, mas hoje os evito. Em geral, parecem-me pretensiosos e cansativos. Nada espero além de entretenimento. Mas escutar uma frase como essa me formou um silêncio instigante.

Ela é a afirmação que venho sustentando: a de que a Sociopatia se inicia no desenvolvimento do feto como resultado de rejeição materna ainda na formação do feto e consolidada no impedimento da formação de uma relação de simbiose que permita ao individuo a sua sustentabilidade como organismo e a sua configuração com um individuo capaz de estabelecer relações interativas afetivas.

Como o sujeito não consegue essa vinculação com a mãe, acaba desenvolvendo relações sociais que não se consolidam na afetividade e consequentemente não estabelece relações de afeto, mais profundas, com o sexo oposto. E como uma ilha se perde no seu projeto pessoal isolado, ressentido, vingativo... Fracassado, realidade que será compensada pela conquista do poder como autoridade ou de forma destrutiva evoluindo para a psicopatia.


sábado, 19 de junho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS III


Os que acompanham podem ter percebido que fazia a leitura de um sonho no Blog A Linguagem dos Sonhos quando acrescentei comentários sobre a auto estima, e essa reflexões levaram-me a conclusões que considero significativas  para a compreensão da origem da Sociopatia, biotipo humano que estudo e pesquiso há muitos anos.  Por isso resolvi fazer uma abordagem neste Blog como uma tentativa de jogar luz para aqueles que sofrem nas mãos deste tipo, que estudam ou que se interessem pelo esse tipo psicológico. Estou apenas indo com cautela para detectar até onde avanço ou aprofundo o tema já que envolvem inevitavelmente pessoas humanas e que com certeza estão hoje, em grande número, em todas as tribos espalhadas pelo mundo.
E sinceramente ainda não estou bem certo de devo ou não avançar no tema.

O tema que escolhi para esta série de post sempre me instigou:

Porque mulheres excepcionais, especiais, maravilhosas, inteligentes se apaixonam por sociopatas?

Porque elas são tão facilmente fisgadas por este biótipo predador?

Eles são definitivamente manipuladores e sedutores e claro adoram conquistar mulheres de primeira linhagem, exuberantes e inteligentes. É um desafio! Mas sempre que realizam suas conquistas eles acabam mostrando que não têm afeto para partilhar, são ególatras por natureza desenvolvida, preferem mulheres limitadas já que são fáceis de manipular e de conduzir aceitando o comando que querem dar à relação do casal.

Mas todas, depois de conquistadas são reduzidas ao papel mais tradicional de mulheres subjugadas e dominadas. Quando elas não permitem o domínio pleno deste biotipo masculino, as relações se tornam destrutivas e terminam em conflitos extremos ou em agressividade e ódio, quando não acabam em morte.

Naturalmente podemos pensar na identidade que aproximam as pessoas envolvidas num relacionamento. E é assim que nasce a relação: Homens e mulheres, eles atendem as expectativas delas de conquistarem um principe encantado, macho inteligente, profissionalmente bem postado, que atrai o olhar de outras fêmeas, românticos, atenciosos,  capazes de diálogos, de entendimento da mulher e de participar da realização dos sonhos femininos. Mas depois que elas se apaixonam, eles se tornam miseráveis afetivos, fugidios e passam a dominá-las pela falta, alimentando-as na obsessão afetiva negando-lhes o afeto básico e reforçando a frustração da expectativa.   

Primeira conclusão: Eles se utilizam das fantasias femininas para iludi-las vendendo a imagem de Príncipes, quando não passam de sapos venenosos.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

PORQUE ELAS AMAM SOCIOPATAS II



Os comentários abaixo são do post "sobre a auto estima" do Blog A linguagem dos Sonhos

Em geral podemos pensar a autoestima como a Resultante de um conteúdo Vivo que determina o formato, a Gestalt, de resposta que apresentamos às exigências da realidade. Mas não se deve esquecer que esse conteúdo foi formado a partir da relação com o mundo e determinada pela força do impacto que a realidade desse mundo exerce sobre nós. A realidade não favorece ou não alivia a pressão que aplica sobre o individuo, mas seu cenário pode favorecer ou desfavorecer o sujeito.
Quando deixamos de lado os fatores externos pode-se detectar a baixa estima como um fenômeno apenas intrínseco e originário do sujeito ou resultante de conteúdos que se configuraram a partir de eventos internos determinando sua história e sua formação na inferioridade.
Sempre se considerou o nascimento, e o parto, como determinante para o desenvolvimento sadio da criança. Eu acrescento que a mudança de um meio onde o feto está protegido pelo corpo da mulher e por uma bolsa preenchida com líquido, para um meio onde ela de cara já recebe o impacto da Deformação do Espaço já pode ser definitivo na separação e determinação da realidade do sujeito. Sem considerar o antes, Volume do líquido da bolsa, impactos sofridos nesse ambiente, (sonoros, mecânicos, de incidência de luz, etc.).
O que quero salientar é que estas variáveis são definitivas na formação da autoestima, ou dos conteúdos que definirão a forma como o sujeito se relacionará com a realidade.
O fator externo pela pressão que exerce no sujeito pode ser determinante na criação do sujeito subjugado, essa incapacitação que o individuo apresenta como resposta à realidade. Este fator externo, quando o cenário não favorece o individuo, obriga-o a um esforço muito maior do que o que seria de se esperar. O sujeito inserido num cenário de pressão elevada diferentemente de outro, inserido num cenário de proteção que amortece as pressões, vai ser obrigado a desenvolver mais esforço para superar dificuldades e para realizar conquistas do que aquele que encontrou o cenário mais favorável. A pressão do mundo é igual para todos, mas a realidade do cenário em que estamos inseridos pode ser positiva ou negativa. Quando positivo, fortalece o individuo, favorece e estimula a formação de respostas diante de ameaças da realidade. Mas se negativo, obriga-o à formação defensiva, não estimula respostas, mas obriga-o ao recuo e consequentemente exige-lhe mais esforço.

Infelizmente, para o individuo superar, dissolver e integrar esses conteúdos que ao longo dos anos serviram-lhe como defesa, para lhe proteger das ameaças, para aplacar a força do mundo nos seus ombros, é necessário paciência e fortalecimento do limiar de resistência à frustração.
É preciso romper com o prazer da dor. Dor e sofrimento também propiciam prazer compulsivo.
É preciso romper com a necessidade de ser foco de atenção pelo aspecto negativo, como vítima.
É preciso encontrar forças para superar as dificuldades que mantêm o sujeito passivo, o que aumenta o impacto devastador da realidade sobre ele.
E acreditar... Que nós merecemos o melhor da vida, não como vítimas, mas como Guerreiros que todos somos.


As observações contidas nos comentários anteriores me levam a crer que: O Fator externo não é apenas determinante na formação da autoestima do individuo, amortecida pela presença de afeto como evento equilibrador, mas pode ser o evento marcante para o aumento da incidência de SOCIOPATIA na sociedade moderna se essa pressão externo vier acompanhada de ausência de afetividade na formação do individuo.

sábado, 12 de junho de 2010

PORQUE MULHERES AMAM SOCIOPATAS




Na década de 1970 comecei a me voltar para o estudo das psicopatias. Nos anos 80 devido o aumento do número de mulheres que me procuravam para apoio terapêutico em decorrência de relações conflituosas e atormentadas e angústiantes com homens agressivos, intolerantes, inflexíveis, arrogantes, manipuladores, e mentirosos contumazes, detectei aproximadamente em 1986 um biótipo masculino que aparecia com psicopatias, mas não tinham a beligerância destrutiva deles. A esse biótipo comecei a designar como Sociopata, nome que se mostrou correto, pois nos anos seguintes ja haviam tambem sido detectados por studiosos da área nos Estados Unidos e assim nominados.

Naquele período, eles ja se mostravam e se manifestavam de forma atuante na sociedade mundial em números que percebia como crescentes. Não que não existissem no passado, existiam em menor número ou adaptados dentro de um cenário social que não abria brechas para se manifestassem de forma mais visível.

Desde então nunca mais deixei de focar o olhar neste tipo de indivíduos (homens e mulheres),aprofundando minha compreensão sobre a personalidade deste Biótipo.

Uma das características marcantes e comum da personalidade deles, é o que sempre me pareceu, a presença   de  Complexo de Superioridade que compense e equilibre a força da ação do Complexo original e primário de Inferioridade que constituem a base, para mim, da origem da deformação do caráter.

Como a deformação do caráter é padrão, nunca considerei como evento significativo na investigação, mas me voltei para o entendimento dessa suscetibilidade, ou tendência para a deformação do caráter. Por isso meu olhar para formação do Complexo de Inferioridade me instigava como um dos eventos significativos na definição da tendência de deformação do caráter.

Naturalmente nem todo individuo que desenvolve conteúdos para a formação do Complexo de Inferioridade desenvolvem ou se transformam em Sociopatas, mas todo Sociopata tem em evidência o Complexo de Inferioridade.

Para C.G.Jung a conformação do complexo se dá de forma indetectável e indeterminada, e no processo psicoterápico se dissolve sem um porque detectável.

Mas todos esses anos de estudo levaram-me a não me ater em conceitos que são apenas sinalizações de investigação e não conclusões definitivas, assim aprendi com a mente investigativa de Jung, estudando sua obra, seus registros. E ontem uma luz se acendeu para me esclarecer um pouco mais sobre essa questão, que dividirei com aqueles que vêm a esse Blog.

Ontem relia  os comentários feitos sobre Autoestima.

 http://alinguagemdossonhos.blogspot.com/2010/06/sobre-autoestima.html

Continua.....

quinta-feira, 10 de junho de 2010

TODO MUNDO NÚ

A noticia:-

"Há um grupo de pessoas no Facebook que dizem que, se o Chile ganhar a Copa, sairão para comemorar nus pelas ruas. Por causa disso, eu faço essa promessa aqui. Se a seleção chilena sair campeã, venho fazer o programa nua - avisou Conserva."
Há algumas semanas atrás o Técnico Maradona avisou que se a Argentina ganhar a copa da Africa, sairá pela pelas ruas de Buenos Aires.
Os grupos no Face Book se multiplicam de pessoas prometendo sair nuas para comemorar a conquista do campeonato.

A associação e a questão são imediatas:  Estariam as pessoas querendo apenas se promover, ou elas estão simplesmente mostrando a necessidade de exporem suas intimidades para o coletivo como forma de se 
diferenciarem do coletivo ou de se diluirem nesse coletivo?
Há muitos anos deixei de não considerar eventos sociais e coletivos que se agregam pela identidade de atitudes.
Por exemplo: quando o facismo se anuncia no comportamento de um ditador, ou seja, quando um ditador se arvora em salvador de uma sociedade em nome da história, minha luz de alerta se acende. Esse tipo de comportamento contamina gente da mesma espécie, e um evento isolado e regionalizado pode se expandir e se tornar continental. É o receio que nutro pelo esquerdismo oportunista de Chaves.

Esse comportamento de oferecer a nudez, gratuitamente, em nome de uma comemoração ou para que os outros comemorem chama-me a atenção. Parece-me ritual de sacrificio.
Ofereçer a nudez, abandonar as máscaras sociais, mostrar ao outro como realmente se é.
Parece instigante. Tirar a roupa em nome da celebração, como homenagem. Não o fazer por dinheiro, como é o desejo de muitas, vendendo a nudez. Oferecendo-a de graça como celebração. 
A nudez que no primitivismo podia ser natural se tornou interessante a partir de sua cobertura. A curiosidade foi acionada e o mistério se fez magia. O natural se transformou em especial, excepcional e se criou o ritual da retirada dos véus para que a consciência, sabedora, do pecado pudesse observá-lo.

Se na tradição religiosa a maçã  degustada simboliza o homem abandonando a inocência, a ingenuidade e a tomada de consciência do prazer e do pecado. Para mim quando o ser humano cobriu seu corpo e conquista a consciência pela curiosidade deperta. A consciência nasce dessa curiosidade. Por isso fico a pensar se o ritual de oferecimento da nudez não é mais do que satisfazer a curiosidade do outro de ver, ou a necessidade do sujeito de se mostrar, para ser a busca do  individuo no reencontro consigo mesmo, num ritual de sacrificio e oferecimento, nesta sociedade saciada e despersonalizada.

E voce?  Se oferece ao sacrificio neste ritual para rencontrar-se consigo mesmo, nu?

terça-feira, 8 de junho de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS IV


IV

O projeto de aleitamento materno implementado no Brasil, não sei informar em quais outros Países existe, é um passo fenomenal na diminuição de formação de indivíduos com biótipo de Sociopatia. É óbvio que a sociopatia não nasce apenas em decorrência de eventos relacionados à vivência simbiótica do filho com a mãe, mas esse vínculo é essencial como base e pré-requisito para a formação de um individuo mais sadio.

Pensando na constituição do “homo brasilienses” acredito que é uma interveção fenomenal que o estado realiza e que no futuro definirá a existência de indivíduos sadios de corpo e mais sadios emocionalmente.

Acreditando que atiram em um coelho, diminuir o índice de mortes na primeira infância, estão acertando em dois, diminuindo a incidência no desenvolvimento de indivíduos com características de sociopatia. Ganha a sociedade

sábado, 5 de junho de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS III




Tenho a impressão que a afetividade da mulher latina (no caso a brasileira) permitiu uma vivência corporal, e oral afetivamente mais próxima do que a mulher americana. Os americanos sinalizam uma oralidade não vivenciada devidamente na fase de simbiose, enquanto os brasileiros se desvencilham dessa oralidade pela intensidade do calor afetivo latino e avançam para estágios mais avançados do desenvolvimento, se fixando como foco na genitália feminina.

Neste aspecto a tendência das brasileiras de se armar com bustos grandes, parece que pouco tem a ver com uma suposta preferência do homem brasileiro por seios fartos. Se ele é o alvo elas podem estar equivocadas em seus jogos de sedução, não é questão apenas de visão, mas de interesse. O mais provável é que as mulheres vêm sendo alvo de uma articulada manipulação partindo da associação de interesses entre indústrias de próteses e de mediadores cirúrgicos representantes de uma medicina comercial.

Ou apenas estão realizando uma competição selvagem com outras mulheres realçando o atributo que transforma a mulher em símbolo materno. Se os americanos preferem as mães amamentadoras por que reavivam a relação incestuosa e pervertida projetada na mulher que querem punir, possivelmente isto afaste os brasileiros que tem preferência pela mulher não tão ambivalente, procuram menos a relação edipiana incestuosa e mais a profana com a Eva pecadora. Querem mais descobrir a floresta do que devastar a seiva.

As relações que traumaticamente interrompem o processo simbiótico ou que inserem indivíduos em núcleos familiares dissociados, pouco afetivos, e sem vínculos tendem a favorecer a construção de indivíduos que não conseguem estabelecer vínculos afetivos interpessoais ou coletivos, não conseguem estabelecer uma conexão de relação, logo não possuem comprometimento social e apresentam tendências à sociopatia. Indivíduos centrados apenas na sustentação de seus projetos pessoais.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS II


         Seios Fartos - Leite  Abundante


Seios fartos leite abundante, fome saciada, simbiose vivida. Mas se não é ofertado, de que adianta a fartura dos seios ? Para alimentar o ego inflável, a vaidade miserável, e produzir o ser irrealizado, relaçoes simbióticas eternas.

As relações que intensificam a simbiose, tornando-a mais intensas, em princípio, propiciam a criação de vínculos mais possessivos e de mais dependência, dificultando as separações e propiciando a formação de individualidades mais personalísticas, fechadas em tribos, famílias, grupos fechados, o que é característico das famílias brasileiras mais agregadas.

As relações pouco simbióticas ao contrário favorecem as separações afetivas, o surgimento de individualidades mais egocentradas, competitivas e afetivamente distanciadas, protegidas e defensivas, típicas de sociedades que se agregam a partir de conceitos e mitos e não de afetos, sentimentos e identidades.

Possivelmente nestas diferenças possamos encontrar também a manifestação em brasileiros de um complexo de inferioridade e baixa estima coletivo diferentemente de americanos que desenvolvendo suas relações de separação acabam se superestimando para compensar a mãe abandônica e compensam a dissociação com a formação do complexo de superioridade coletivo que infla e defende o ego da ausência do afeto.

As brasileiras, apesar da multiplicidade de origens experimentaram uma conquista territorial menos selvagem, mais suave e lenta. Possivelmente esses fatores diferenciais permitiram a essas mulheres encontrarem um meio menos ameaçador, menores resistências na ocupação territorial e a se manterem no papel de submissão, resguardando a feminilidade e a maternidade apoiadas na posição de domínio do masculino (contrário ao papel de igualdade da mulher americana do norte).

Nossa constituição como laboratório racial diferentemente dos nortistas americanos que se mantiveram mais puros com pouca miscigenação, também deve ter favorecido o enriquecimento e troca de experiências afetivas maternas como sociedade mais propícia às trocas.

A proximidade afetiva construída entre negros, índios e europeus, diferentemente de anglo saxões, permitiu não apenas a interação multi racial no maior laboratório Interracial do mundo, mas troca racial da experiência afetiva e a formação de nova vertente racial do homem moderno, o Homo Brasilienses, consolidando nossa tendência latina à emoção e ao afeto manifesto. Anglos saxões tendem mais à contenção e ao não manifesto afetivo, característica de origens de povos guerreiros que não podiam, no passado, se abater por perdas afetivas decorrentes de batalhas ou de situações climáticas adversas.

sábado, 29 de maio de 2010

AMERICANAS SAXÔNICAS E LATINAS




AMERICANAS E BRASILEIRAS

Existem diferenças coletivas significativas entre machos humanos de regiões e ancestralidade diferenciada. A sociedade globalizada ainda não unificou os padrões de interesse, prioridade, gosto, preferências sexuais, focos de seletividade, de espécimes de mesmo sexo, etc. A sociedade massiva não superou a força das diferenças continentais e de gênese.

Com certeza existem padrões que aproximam os homens de continentes e raças diferentes, mas também existem características que os distanciam. O exemplo disso é a diferença entre brasileiros (miscigenados) e americanos (anglos saxões).

Americanos destacam prioridade e preferência de estímulo sexual para os seios femininos e entram em estado de excitação com visões de seios fartos. Homens brasileiros destacam preferencialmente as partes entrecoxais (bundas e vaginas) como preferência absoluta. Excitam-se preferencialmente com visões que anunciam glúteos fartos, salientes e definidos, sinal e indício de vaginas exuberantes e inquietas... mistérios femininos.

As razões dessas diferenças podem ser inumeráveis. Eu me atenho a uma variável significativa. As diferenças entre mulheres brasileiras e americanas na forma como vivenciam a maternidade e como permitem a proximidade entre filho e mãe na vivência da fase de relação simbiótica do filho com a mãe.

A sociedade americana do norte caracterizada como uma sociedade matriarcal (desde os tempos de ocupação da America indígena). Constituída por mulheres que chegaram à America como participes junto aos homens da conquista territorial e que lhes exigiu atitude marcante, positiva e carregada de força, levando-as para um limite de conquista e sobrevivência possivelmente determinou a formação de uma mulher norte americana com uma atuação pragmática, objetiva, positiva e necessariamente guerreira, consequentemente menos submissa aos homens, mais dominadoras, competidoras e castradoras.

A formação desse biótipo pode ter sido determinante no formato como elas desenvolvem essa relação maternal objetiva com seus filhos, relações de menos saciedade, mais frustração e realismo, mais distanciada e afetivamente mais diferenciadas, personalizadas, individualistas e menos simbióticas.

continua...